Pode não parecer, mas o seu filho percebe quando está sendo desobediente -- e até pode ficar envergonhado por isso. Ele também experimenta reação oposta. Ou seja, é capaz de se sentir orgulhoso ao notar que o seu comportamento agradou aos pais.
Essas percepções começam por volta dos dois ou três anos. É nesse fase que a criança compreende melhor as regras da casa, adquirindo noção do que é permitido ou proibido.
Que tal estimular seu pequeno a superar novos desafios? Se ele ainda não abandonou as fraldas, lembre-se de elogiá-lo toda a vez que tiver a iniciativa de usar o penico. Apele novamente para o sentimento de orgulho da criança ao ensinar as primeiras lições sobre como se vestir.
Mas, se o seu filho andou fazendo arte, deixe bem claro, desde o início, que esse comportamento não é aceitável.
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Pincel e tinta na mão
Um pincel molhado de tinta, um papel aberto no chão e liberdade para fazer a maior bagunça - a receita para envolver o seu filho no mundo das artes é simples assim. "É só dar espaço à criança, não impor muitos limites e deixá-la se expressar naturalmente", ensina a educadora e artista plástica dinamarquesa Anna Marie Holm, em entrevista ao site do seu bebê. Ela esteve recentemente no Brasil para lançar o livro Baby-Art: Os Primeiros Passos com Arte. As atividades propostas por Anna Marie são pra lá de divertidas, deixam os pequenos mais relaxados e estimulam o desenvolvimento motor. "É fazendo arte que as crianças desenvolvem a sensibilidade e adquirem uma consciência maior dos sentidos", ressalta a especialista. Então siga as dicas da expert e experimente suas sugestões de atividades para crianças de 1 a 3 anos de idade.
DICAS
A escolha do material
Para evitar alergias e intoxicações, ofereça apenas giz, tintas e lápis atóxicos. E, antes de comprar, verifique se esses materiais são indicados para a faixa etária do seu filho.
De tudo um pouco
Camisas velhas, panos, sapatos, chapéus, bolsas e meias podem - e devemm - ser aproveitados pelo pequeno artista. "A ordem é justamente fazer arte em qualquer lugar e sempre com muita improvisação. Seu filho não precisa de materiais especiais nessa fase", lembra a artista.
Ao ar livre é melhor
Um jardim, uma praça, um quintal - quanto mais espaço seu filho tiver para explorar na hora de criar arte, melhor. Ele pode, por exemplo, fazer experimentações com a terra ou, se tiver vontade, pintar folhas e pedras. "O resultado é imprevisível, mas é importante deixar a criança livre para fazer suas escolhas", sugere Anna Marie.
Papel colorido
"Por que a superfície onde a criança vai pintar precisa ser branca?", questiona a educadora. Ela recomenda variar um pouco esse suporte - o papel branco - oferecendo também tecidos estampados e folhas coloridas para a criança pintar. Isso, garante, estimula a percepção das cores.
BRINCADEIRAS
Jornal na parede
Estenda o jornal em um cavalete improvisado, feito com placas de eucatex, ou prenda as páginas numa parede. Com pincéis de vários tamanhos e tinta preta diluída em água, seu filho poderá pintar o texto e as ilustrações como quiser.
Gravuras de beijos
Separe um batom vermelho e algumas folhas brancas. Mostre à criança como pintar a boca e imprimir beijinhos no papel. Depois, deixe-a brincar sozinha e se divertir com o resultado.
reportagem retirada do site: www.bebe.com.br
DICAS
A escolha do material
Para evitar alergias e intoxicações, ofereça apenas giz, tintas e lápis atóxicos. E, antes de comprar, verifique se esses materiais são indicados para a faixa etária do seu filho.
De tudo um pouco
Camisas velhas, panos, sapatos, chapéus, bolsas e meias podem - e devemm - ser aproveitados pelo pequeno artista. "A ordem é justamente fazer arte em qualquer lugar e sempre com muita improvisação. Seu filho não precisa de materiais especiais nessa fase", lembra a artista.
Ao ar livre é melhor
Um jardim, uma praça, um quintal - quanto mais espaço seu filho tiver para explorar na hora de criar arte, melhor. Ele pode, por exemplo, fazer experimentações com a terra ou, se tiver vontade, pintar folhas e pedras. "O resultado é imprevisível, mas é importante deixar a criança livre para fazer suas escolhas", sugere Anna Marie.
Papel colorido
"Por que a superfície onde a criança vai pintar precisa ser branca?", questiona a educadora. Ela recomenda variar um pouco esse suporte - o papel branco - oferecendo também tecidos estampados e folhas coloridas para a criança pintar. Isso, garante, estimula a percepção das cores.
BRINCADEIRAS
Jornal na parede
Estenda o jornal em um cavalete improvisado, feito com placas de eucatex, ou prenda as páginas numa parede. Com pincéis de vários tamanhos e tinta preta diluída em água, seu filho poderá pintar o texto e as ilustrações como quiser.
Gravuras de beijos
Separe um batom vermelho e algumas folhas brancas. Mostre à criança como pintar a boca e imprimir beijinhos no papel. Depois, deixe-a brincar sozinha e se divertir com o resultado.
reportagem retirada do site: www.bebe.com.br
Adeus, fraldas...
Por Débora MamberEnquanto a criança não consegue tirar a roupa por si mesma ou caminhar sozinha até o penico, não adianta querer liberá-la das fraldas. Ela precisa aprender a controlar suas necessidades fisiológicas para só então ser incentivada a usar o troninho. O ideal é começar o treinamento depois dos 18 meses, período em que a maioria dos meninos e meninas desenvolve essa habilidade. Pesquisas mostram que o controle anal começa por volta de 1 ano e meio, o do xixi com 2 e o noturno apenas aos 3. Até os 4 anos, no entanto, acidentes são normais.
Treino para usar o penico
Num primeiro momento, a criança costuma avisar que fez xixi ou cocô só depois de tê-lo feito. Aos poucos, começa a dizer com antecedência esse é o sinal para incentivá-la a usar o penico. Toda vez que isso acontecer, elogie-a. Também é importante tornar o banheiro um ambiente agradável, com brinquedos e apetrechos para despertar a atenção do pequeno, e ter muita paciência durante o treinamento. E, claro, os pais não devem recorrer a nenhum tipo de punição se a criança falhar, pois a vergonha e a culpa podem retardar o processo.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Temos que sempre ficar de olho nos nossos bebês
As unhas do seu filho estão ficando mais resistentes e, a partir de agora, você vai sentir menos tensão na hora de cortá-las. Tesoura e cortador infantis continuam liberados. O cuidado maior, no entanto, é no modo de apará-las.
No quesito higiene, todos os itens devem ser escolhidos a dedo para não castigar a pele dos pequenos. Prefira sabonetes e xampus neutros ou desenvolvidos especialmente para crianças.
O ideal é não exagerar no uso desses produtos. Mas, se estiver em dúvida, siga essas dicas para a hora do banho.
Os dermatologistas recomendam apenas um banho por dia. Caso contrário, a pele da criança, que é muito sensível, pode ficar ressecada.
No quesito higiene, todos os itens devem ser escolhidos a dedo para não castigar a pele dos pequenos. Prefira sabonetes e xampus neutros ou desenvolvidos especialmente para crianças.
O ideal é não exagerar no uso desses produtos. Mas, se estiver em dúvida, siga essas dicas para a hora do banho.
Os dermatologistas recomendam apenas um banho por dia. Caso contrário, a pele da criança, que é muito sensível, pode ficar ressecada.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Diversão sem risco...
Por Patrícia Rodrigues
Vida de brinquedo não é fácil. É uma mordida aqui, um puxão acolá e uma queda atrás da outra. Esses objetos precisam ter resistência para encarar a rotina da infância, caso contrário, podem desencadear sérios acidentes. Já imaginou se, numa pancada mais forte, o caminhão de plástico soltar um pedaço cortante e a boneca perder um olho? Se a criança for pequena, há o risco de levar a novidade à boca e se ferir. Para evitar esse tipo de problema, a lei diz que todos os brinquedos importados e fabricados no país devem ser certificados. Ou seja, precisam passar por uma rígida inspeção de qualidade antes de chegarem ao consumidor. O Instituto Nacional de Pesos e Medidas (Inmetro) é o órgão responsável por essa tarefa. Nos testes realizados em laboratório, os pesquisadores avaliam características como a forma, o material e a resistência dos brinquedos. Quando aprovados, eles recebem o selo do Inmetro, que geralmente aparece na embalagem ou numa etiqueta de pano, no caso dos bichos de pelúcia. Para os pais, é a garantia de que a criança poderá brincar em segurança.
Vida de brinquedo não é fácil. É uma mordida aqui, um puxão acolá e uma queda atrás da outra. Esses objetos precisam ter resistência para encarar a rotina da infância, caso contrário, podem desencadear sérios acidentes. Já imaginou se, numa pancada mais forte, o caminhão de plástico soltar um pedaço cortante e a boneca perder um olho? Se a criança for pequena, há o risco de levar a novidade à boca e se ferir. Para evitar esse tipo de problema, a lei diz que todos os brinquedos importados e fabricados no país devem ser certificados. Ou seja, precisam passar por uma rígida inspeção de qualidade antes de chegarem ao consumidor. O Instituto Nacional de Pesos e Medidas (Inmetro) é o órgão responsável por essa tarefa. Nos testes realizados em laboratório, os pesquisadores avaliam características como a forma, o material e a resistência dos brinquedos. Quando aprovados, eles recebem o selo do Inmetro, que geralmente aparece na embalagem ou numa etiqueta de pano, no caso dos bichos de pelúcia. Para os pais, é a garantia de que a criança poderá brincar em segurança.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Quando a criança passa a comer menos
Por Tito MontenegroÉ bastante comum, no segundo ano de vida, que o bebê passe a ingerir uma menor quantidade de alimentos. Acontece o que se chama de anorexia por monotonia alimentar. A criança não necessariamente está subalimentada. Ela tem uma ingestão menor porque a necessidade de nutrientes também é menor, avisa a nutricionista Raquel Dias, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A razão é simples: no primeiro ano, o crescimento é aceleradíssimo. A partir do segundo ano, em geral, seu ritmo diminui bastante.
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